A transparência e isenção dos nossos políticos, o modo como conduzem os destinos do país e a defesa dos reais interesses da nação, são mais uma vez aqui evidenciados.
Isatino de Morais volta mais uma vez às primeiras páginas dos jornais, depois da célebre conta na Suíça e dos dinheiros que tentou ocultar.
Estes são os casos que vêm a público. Quantos ficarão no anonimato?!... A grande maioria certamente. Outros, apenas são revelados porque um dos intervenientes que, não concordando com a divisão do “bolo”, decide estragar a festa a todos.
Os casos de tráfico de influências, corrupção, falcatruas fiscais não são novidade do presente – são prática comum que vem do passado – contudo são práticas que deveriam ter uma expressão diminuta numa sociedade evoluída como, decerto, todos pretendem para Portugal.
Está há muito provado que estes delitos são proporcionais ao desenvolvimento de um país.
Todos sabem que nos países terceiro mundistas a corrupção é prática comum e bastante barata.
Assim dificilmente nos conseguimos livrar da qualificação de “país do terceiro mundo” ou... de “república das bananas”....